IME: avança pesquisa sobre modelos de ensino para FPM

IMG-20160627-WA0009Desta vez o Instituto Militar de Engenharia (IME), instituição de ensino superior militar entre as mais consagradas do Brasil, com 224 anos de história, foi o alvo de contato por integrantes da Fundação Tiradentes e da Polícia Militar de Goiás. O objetivo novamente foi a troca de experiências com foco no modelo de ensino da Faculdade da Polícia Militar, mantida pela Fundação.

Integrantes das instituições se reuniram com o General Comandante do IME e  seus oficiais dos setores de ensino e pesquisa no Instituto, no Rio de Janeiro, na última quinta-feira, 23.  Este ano o grupo já esteve na Base da Aeronáutica em Anápolis e no Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), em São Paulo, buscando parcerias e conhecimento que contribua com as bases de excelência pretendidas também pela FPM.

No IME buscaram dados sobre metodologia e estratégias de gestão da instituição, notória pela alta qualidade de formação dos seus alunos. Tiveram contato com linhas de pesquisa e conheceram parte da infraestrutura acadêmica disponibilizadas, estreitando relacionamento para possíveis intercâmbios institucionais no futuro.

Estavam no grupo o Subcomandante-Geral da PMGO, Coronel Carlos Antônio Borges; o Diretor-Presidente da Fundação Tiradentes, Tenente-Coronel Cleber Aparecido Santos; os Tenentes-Coroneis Ubiratan Reges de Jesus Júnior e Waldemar Naves do Amaral e a Gerente de Projetos e Processos da Fundação Tiradentes, Sarah Cínthia.

IMG-20160627-WA0010A comitiva manteve contato com o Comandante do IME, General Waldemar Barroso Magno; o Subcomandante, Coronel Paulo Cesar Vidal; o Chefe DEPq Coronel Ricardo Eiji Hamaoka; além de chefes e integrantes das seções do Corpo de  Alunos, de Psicopedagogia, da Seção Técnica de Ensino e da Seção de Professores.

Já no início dos trabalhos, o grupo  foi surpreendido com a recepção ao som do Hino da PMGO, indicando logo o alto nível de acolhimento que a direção da instituição dispenderia durante todo o cumprimento da agenda no IME, anunciada em cartaz de boas vindas no quadro de avisos da entrada.

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As palestras efetuadas apresentaram um breve histórico dos 224 anos do pioneirismo no ensino de engenharia que deram origem de outras importantes escolas de Engenharia (EP/UFRJ, ITA etc).

A metodologia de ensino do IME está fundamentada em integrar atendimento aos requisitos do Sistema Federal de Ensino Superior e Sistema de Ensino do Exército, já que sua missão consiste em “Formar e aperfeiçoar recursos humanos para atender às necessidades do Exército Brasileiro, pelo ensino superior de Engenharia e pela pesquisa básica”. O IME tem por marca “O Futuro é o Nosso Presente”.

Mesmo sendo uma Faculdade de Engenharia, o instituto desenvolve sua organização e metodologia de ensino alinhadas aos requisitos normativos de uma Universidade.

A qualidade dos alunos é  garantida pelo nível do vestibular, associada  ao  sentimento de querer pertencer ao instituto, bem como a  um corpo de professores comprometidos com o resultado integrado. São algumas das principais variáveis que contribuem para o instituto ser  uma escola de referência.

Os envolvidos na recepção enfatizaram que o ambiente de colaboração é garantido pelo comprometimento e a identificação de professores e alunos com os valores institucionais: ética, respeito, transparência, patriotismo, hierarquia, disciplina, por exemplo.

Em sua política de intercâmbio de conhecimentos, o IME atualmente tem convênios internacionais com França, Portugal e Suécia, destacando-se com a Mid Sweden University, este último resultante de um acordo de cooperação com Brasil.

Um vídeo institucional sobre o IME foi exibido, seguido de explanação dos principais escopos departamentais, destacando-se que: 97% do corpo docente tem titulação de mestrado/doutorado; são 63% docentes militares e 37% civil, sendo a seleção de civis através de concurso; no primeiro ano todos os alunos, inclusive civis, recebem instruções militares nos aspectos de patriotismo, ética, respeito, comprometimento, pioneirismo, etc; e que há professores militares aposentados, em caráter voluntário, que cumprem horários e regras como professores ativos, sem receber qualquer tipo de remuneração, tudo pelo grande vínculo emocional com a missão da instituição, entre outros aspectos relevantes.IMG-20160627-WA0012

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